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Ricardo Amaro

economia

Responsabilização de gestores públicos

A gestão pública é um factor decisivo para o (in)sucesso do estado. Responsabilizar os gestores públicos pelas suas decisões é fundamental.
06 Junho 2011
São frequentes as notícias de prémios milionários a gestores e a administradores de empresas públicas ou com capitais públicos o que não já não é tão frequente, ou não há memória de ter acontecido, é a responsabilização dos mesmos gestores pelos insucessos financeiros de empresas e institutos públicos.

Acabar com limitações e tectos salariais em funções do estado ou de empresas públicas e fiscalizar e responsabilizar administradores, gestores e funcionários pelos   continuar a ler a proposta continuar a ler a proposta
São frequentes as notícias de prémios milionários a gestores e a administradores de empresas públicas ou com capitais públicos o que não já não é tão frequente, ou não há memória de ter acontecido, é a responsabilização dos mesmos gestores pelos insucessos financeiros de empresas e institutos públicos.

Acabar com limitações e tectos salariais em funções do estado ou de empresas públicas e fiscalizar e responsabilizar administradores, gestores e funcionários pelos resultados das mesmas funções é fundamental para garantir profissionais de elite e resultados positivos na gestão dos dinheiros públicos.

Assim:
1- Eliminar tectos salariais - Porquê? Porque se um profissional fizer o estado ganhar 1000 é perfeitamente razoável ganhar 100. O que já não tem nada de razoável é um profissional fazer o estado perder 1000 e ganhar os mesmos 100 juntamente com um prémio de 500 e uma reforma vitalícia de 200.

2- Eliminar prémios de gestão em organismos com prejuízo - Porquê? Parece-me óbvio, se não o colectivo não ganha o individual também não.

3- Fiscalizar e responsabilizar os profissionais pelas suas decisões com impacto na productividade e resultados dos organismos que servem - Porquê? Porque não se pode permitir que a culpa morra solteira. Porque o estado é de todos e não se pode permitir um sentimento de impunidade e de desreponsabilização pelas decisões que se tomam. A exigência garantirá a excelência.

4- Concursos públicos, exigentes e transparentes para todas as funções de gestão e administração de empresas públicas - Porquê? Porque só assim contaremos com os melhores e afastaremos os nomeados políticos e os parasitas do erário público.
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ok nesse caso desde que os vencimentos dos gestores não sejam astronómicos. Nas empresas/organismos de maior dimensão, um rácio de 20 a 40 vezes o salário médio na empresa parece-me mais do que suficiente. Em relação ao ponto 2, perdendo menos, ganhamos... Quem continuar a ler o comentário
ok nesse caso desde que os vencimentos dos gestores não sejam astronómicos. Nas empresas/organismos de maior dimensão, um rácio de 20 a 40 vezes o salário médio na empresa parece-me mais do que suficiente.

Em relação ao ponto 2, perdendo menos, ganhamos... Quem faz um bom trabalho merece salário mesmo que tenha herdado uma situação deficitária. Até porque voltar ao equilíbrio pode levar vários anos.

J.Pereira 08 Junho 20h17

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Caro J.Pereira, Agradeço o seu comentário que me parece vai de encontro à minha proposta. A má prestação dos gestores em Portugal assim como os abusivos salários, prémios e ajudas de custos que auferem foi o que me levou a publicar esta proposta. Assim: 1- A eliminação continuar a ler o comentário
Caro J.Pereira,

Agradeço o seu comentário que me parece vai de encontro à minha proposta.

A má prestação dos gestores em Portugal assim como os abusivos salários, prémios e ajudas de custos que auferem foi o que me levou a publicar esta proposta. Assim:

1- A eliminação de tectos salariais não implica o aumento de custos, até porque não seria uma medida isolada. A minha proposta procura tornar mais transparente e "tributável" os verdadeiros salários que se escondem em prémios, cartões de crédito, ajudas de custo, etc.

2- Tem razão, pode-se realizar um bom trabalho e mesmo assim não alcançar o lucro. Este ponto é para mim uma questão ética, moral e de justiça social. Quando ganhamos, ganhamos todos, quando perdemos, perdemos todos.

3 e 4- estamos de acordo. Em relação à cultura de concursos manipulados e de falta de transparência permita que lhe sugira a preciação da minha outra proposta neste site:
http://www.euparticipo.org/portugal/governacao/Mudanca-social-e-cultural

Ricardo Amaro 08 Junho 13h54

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Caro J.Pereira, Agradeço o seu comentário que me parece vai de encontro à minha proposta. A má prestação dos gestores em Portugal assim como os abusivos salários, prémios e ajudas de custos que auferem foi o que me levou a publicar esta proposta. Assim: 1- A eliminação continuar a ler o comentário
Caro J.Pereira,

Agradeço o seu comentário que me parece vai de encontro à minha proposta.

A má prestação dos gestores em Portugal assim como os abusivos salários, prémios e ajudas de custos que auferem foi o que me levou a publicar esta proposta. Assim:

1- A eliminação de tectos salariais não implica o aumento de custos, até porque não seria uma medida isolada. A minha proposta procura tornar mais transparente e "tributável" os verdadeiros salários que se escondem em prémios, cartões de crédito, ajudas de custo, etc.

2- Tem razão, pode-se realizar um bom trabalho e mesmo assim não alcançar o lucro. Este ponto é para mim uma questão ética, moral e de justiça social. Quando ganhamos, ganhamos todos, quando perdemos, perdemos todos.

3 e 4- estamos de acordo. Em relação à cultura de concursos manipulados e de falta de transparência permita que lhe sugira a preciação da minha outra proposta neste site:
http://www.euparticipo.org/portugal/governacao/Mudanca-social-e-cultural

Ricardo Amaro 08 Junho 13h54

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Ha 30 anos atrás; um gestor privado ganhava 20 x o salário médio da empresa. Agora ganha 400 x em média. Os gestores tem feito algo de extraordinário desde então? Não vi evidencias de tal coisa. 1) Portanto não concordo com eliminação de tectos salariais continuar a ler o comentário
Ha 30 anos atrás; um gestor privado ganhava 20 x o salário médio da empresa.
Agora ganha 400 x em média.
Os gestores tem feito algo de extraordinário desde então? Não vi evidencias de tal coisa.

1) Portanto não concordo com eliminação de tectos salariais no sector publico. Não quero como cidadão estar a pagar x milhões por ano por gestor + prémios e golden parachutes.
2) não concordo com a eliminação de prémios para empresas que tem prejuízo. A empresa pode ter prejuízo mas ter diminuído o valor do prejuízo relativamente a anos anteriores. Isso pode valer um prémio se foi uma melhoria significativa.
3) concordo com a responsabilização. Se gestão for danosa, deve levar a instauração de 1 processo.
Se não for danosa mas a gestão for ma, o gestor deveria ser demitido.
4) concordo com concursos, mas verdadeiros concursos não os "concursos" que por ai andam em que lugares já estão reservados ou em que as exigências foram definidas de acordo com o currículo do candidato que pressentido para o lugar.

J.Pereira 08 Junho 13h00

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