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J. Pedro

acção social

Casamento entre pessoas do mesmo sexo

Em Espanha, Suécia, Noruega, Holanda e Bélgica, os casamentos entre pessoas do mesmo sexo são reconhecidos.
06 Setembro 2009
Existem milhares de casais invisíveis para o Estado em Portugal. Chegou a altura de fazer a diferença. Chegou a altura de primar pelo respeito. Fora com a homofobia. O Estado tem de ser o primeiro a respeitar os seus cidadãos. A escravatura, os direitos das mulheres e o casamento inter-racial também foram socialmente aceites. Mas actualmente, é impossível aceitar a discriminação num país dito   continuar a ler a proposta continuar a ler a proposta
Existem milhares de casais invisíveis para o Estado em Portugal. Chegou a altura de fazer a diferença. Chegou a altura de primar pelo respeito. Fora com a homofobia. O Estado tem de ser o primeiro a respeitar os seus cidadãos. A escravatura, os direitos das mulheres e o casamento inter-racial também foram socialmente aceites. Mas actualmente, é impossível aceitar a discriminação num país dito democrático.

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Direitos gay e LGBT são direitos de todos !
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Eu acho que se deviam fazer uniões à medida. Várias versões. União Light, União Standard, União Silver, Gold, Platinum Titanium, Titanium Plus.......Em que a primeira corresponderia a um namoro sério e a última a um casamento em regime de comunhão geral continuar a ler o comentário
Eu acho que se deviam fazer uniões à medida. Várias versões. União Light, União Standard, União Silver, Gold, Platinum Titanium, Titanium Plus.......Em que a primeira corresponderia a um namoro sério e a última a um casamento em regime de comunhão geral de bens, e em que o adultério fosse punido com prisão prepétua. Em ambos poderia haver a opção Gay ou Hetero. Podia haver também uma versão para vários usuários para os poligamos. Acho que poderia haver também uniões para pessoas do mesmo sexo ou de sexos opostos que morem juntas mas não tenham nenhuma relação amorosa, e não falo de casais descontentes, mas antes de duas irmãs solteiras, por exemplo, ou de dois primos velhotes que herdaram a casa dos avós, ou de 2 amigos que partilham o apartamento por razões económicas...
Essas pessoas também devem ver a sua relação reconhecida, e devem ter beneficios fiscais. Morar junto e dormir junto são coisas diferentes, mas devem merecer o mesmo tratamento em termos fiscais, e de direitos e deveres das partes.

Se acham que eu escrevi não faz sentido, também para mim não faz as uniões de facto entre casais heterossexuais e os casamentos de gays. Quem pode casar que case, quem não pode que celebre outro tipo de contrato...
Tenho dito.

Gonçalo Ribeiro

Gonçalo Ribeiro 12 Novembro 15h49

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Porque raio havemos de tratar da mesma forma coisas diferentes?!?!? A união entre um homem e uma mulher tem um fim óbvio e inquestionável. A união entre dois homens ou duas mulheres tem um fim diferente, logo, deve ser tratado de forma diferente, sem que por isso se lesem os direitos continuar a ler o comentário
Porque raio havemos de tratar da mesma forma coisas diferentes?!?!? A união entre um homem e uma mulher tem um fim óbvio e inquestionável. A união entre dois homens ou duas mulheres tem um fim diferente, logo, deve ser tratado de forma diferente, sem que por isso se lesem os direitos de cada um.

Acima de tudo é importante que não nos esqueçamos das consequências das nossas decisões e/ou circunstancias, pois, por exemplo, sendo eu um homem não posso considerar que estejam a atentar contra os meus direitos por não me "deixarem" amamentar!!! Todos temos as nossas limitações intrínsecas, e TEMOS de as aceitar!!!

Rui Cerqueira 11 Novembro 22h30

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Penso que não há necessidade de violentar a (grande) maioria das pessoas com o termo “casamento”. A “união de facto” não bastaria? E o PS não terá coisas mais importantes a fazer?

Yvan 11 Novembro 15h04

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O termo "casamento" tem é que ser simplesmente abolido.
E passar a haver solteiro, unido, unido definitivamente. Deixa de haver a polémica religiosa e o estado não precisa de saber mais promenores do que estes 3 hipóteses

pedro reis 07 Outubro 11h16

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milene m. 03 Outubro 17h13

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A esta proposta deixo o meu voto á abstenção, sou sensível a estas questões, mas devemos enquadrar esta situação na historia, como referiste e bem ja houve outros preconceitos quanto ao casamento, penso que estamos num ponto de rotura, acho que não nos devemos continuar a ler o comentário
A esta proposta deixo o meu voto á abstenção, sou sensível a estas questões, mas devemos enquadrar esta situação na historia, como referiste e bem ja houve outros preconceitos quanto ao casamento, penso que estamos num ponto de rotura, acho que não nos devemos focar nos casamentos gay e LGBT mas sim criar uma nova instituição familiar.

Quando o casamento foi criado foi a pensar no homem e mulher, mas agora a nova realidade esta a vista de todos, e devemos parar, pensar e idealizar uma nova filosofia para a família, e enquadra-la na legislação.

Não sou contra o casamento gay e LGBT mas sim a favor de uma nova estrutura onde todos se enquadrem gay, LGBT e Heterossexuais.

Ricardo 29 Setembro 17h21

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Há coisas que não se conjugam...mas a mim não me faz muita diferença. Penso que o veto do casamento entre pessoas do mesmo sexo, não vai alterar a quantidade de relações entre os mesmos. Contudo o casamento entre pessoas do mesmo sexo é um assunto que deve ser continuar a ler o comentário
Há coisas que não se conjugam...mas a mim não me faz muita diferença. Penso que o veto do casamento entre pessoas do mesmo sexo, não vai alterar a quantidade de relações entre os mesmos. Contudo o casamento entre pessoas do mesmo sexo é um assunto que deve ser muito bem ponderado a quando de uma aprovação em assembleia. Como por exemplo a adopção de crianças, não deve ser permitida. uma criança é a "copia" do ambiente criado em casa, e mesmo que não o queira seguir, já esta a ser traumatizado com a "questão", para alem do trauma da maneira como a sociedade iria olhar para o mesmo. O que não é saudável no crescimento de qualquer criança.

joao 21 Setembro 22h47

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