
Já há muito que se discute este tema ... mas soluções práticas e implementadas, nem vê-las.
Lisboa como grande capital europeia que é, deveria possuir infraestruturas para as pessoas que optem por se deslocarem de bicicleta dentro da cidade. Não só era uma forma de reduzir o tráfego automóvel dentro da cidade, como era uma vantagem para o meio ambiente e um passo para minimizar o sedentarismo da população.
Não estou a falar apenas em ciclovias, essenciais para este tipo de iniciativa.
Porque
continuar a ler a propostaJá há muito que se discute este tema ... mas soluções práticas e implementadas, nem vê-las.
Lisboa como grande capital europeia que é, deveria possuir infraestruturas para as pessoas que optem por se deslocarem de bicicleta dentro da cidade. Não só era uma forma de reduzir o tráfego automóvel dentro da cidade, como era uma vantagem para o meio ambiente e um passo para minimizar o sedentarismo da população.
Não estou a falar apenas em ciclovias, essenciais para este tipo de iniciativa.
Porque não criar facilidades para chegar com as ditas à cidade?
Porque não possibilitar o transporte de bicicletas nos transportes públicos nas chamadas "horas de ponta"? Já pensei várias vezes em, nos dias de bom tempo, vir de bicicleta para o trabalho. Moro na margem sul a uns 3km da estação do combóio (a estrada é sempre a direito ... não há grandes esforços), pegava na bicicleta, apanhava o combóio, saía em Lisboa e descia até à baixa.
Porque não faço isso?! Bem, porque apanho o combóio das 7h40 e este é um horário considerado hora de ponta, não se podem transportar as bicicletas.
Uma das soluções seria fazer como existem em algumas cidades europeias, como Sevilha, que além de um sistema de ciclovias extraordinário (é raro encontrar uma rua principal sem ciclovia) ainda possuem um sistema de passe (com as opções de semanal / mensal / anual) para as bicicletas.
A cidade possui vários pontos de recolha / depósito espalhados pela cidade. É ver todo o tipo de pessoas a andar de bicicleta pela cidade. Com o 'passe', recolhem uma bicicleta no ponto de recolha mais próximo, deslocam-se de A para B e depositam a bicicleta no ponto mais próximo do destino.
Sei que actualmente já existem em Portugal algumas zonas que adoptaram este esquema.
Mas são utilizadas mais para passeios turísticos e não como um meio de transporte alternativo, mais ecológico, na maioria das vezes mais rápido (não estamos dependentes de horários) e definitivamente bem mais saudável.
Se resulta lá fora, porque não fazer resultar cá?!
ver actualização de dia 03 de Setembro de 2009, às 12h26
actualização de dia 03 de Setembro de 2009, às 12h26:
Creio que o vídeo demonstra alguns dos meus pontos de vista sobre as bicicletas em Lisboa, em como na maioria das zonas é ciclável.
No entanto fica aqui o exemplo usado aqui ao lado em Sevilha (http://www.sevici.es/como_funciona), em que a 'assinatura' ANUAL fica pela módica quantida de 10€.
Temos também o exemplo de Barcelona (http://www.bicing.com) e, não querendo ser tão 'radical', o exemplo de Copenhaga (http://www.youtube.com/watch?v=mrKXSRafDOI).
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Apesar da sua "alcunha", grande parte de Lisboa é até bastante ciclável. Mais de metade da área urbana de Lisboa têm inclinações inferiores a 10% (se formos a ver, algumas rampas de acesso a deficientes têm essa inclinação). Com a minha proposta 
Apesar da sua "alcunha", grande parte de Lisboa é até bastante ciclável. Mais de metade da área urbana de Lisboa têm inclinações inferiores a 10% (se formos a ver, algumas rampas de acesso a deficientes têm essa inclinação).
Com a minha proposta não quero fazer com que todas as pessoas que circulem pela cidade usem apenas e exclusivamente a bicicleta como meio de transporte. Continuo a achar que uma boa rede de transportes públicos é essencial para se chegar às zonas mais "inclinadas" e, para quem mora fora da cidade, para se chegar a Lisboa. Assim como acho que é importante haver transportes públicos com preços 'convidativos' para quem usa a bicicleta como transporte alternativo/complementar.
De qualquer forma, cada pessoa tem de conhecer os seus limites pessoais e assim escolher o melhor percurso.
Eu adoro andar de bicicleta no meio do trânsito, parece-me é que Lisboa, e as suas colinas, em vez de combater a obesidade e o sedentarismo provocaria ataques cardíacos aos ciclistas. Se as ciclovias vierem com desfibriladores tudo bem!
E o que isso fazia não ao combate à obesidade e ao sedentarismo das pessoas, ui!






Concordo mas não esquecer que é preciso sensibilizar os automobilistas para que respeitem quem opta pela bicicleta. Ainda somos uma especie de filho bastardo que ninguém quer na família!