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Acabem com o Gamanço!

transportes

Por um Preço Justo nos Combustíveis!

Por um Preço justo na Gasolina e no Gasóleo em Portugal.
07 Novembro 2009
1.Por um Preço justo na Gasolina e no Gasóleo em Portugal e por uma Política de Energia Sustentável baseada nas Energias Renováveis.

2.Por uma Autoridade da Concorrência actuante que ponha fim à cartelização dos preços que se faz desde que Manuela F. Leite os liberalizou em 2004.

3.Por um controlo do estado directamente sobre o preço final da gasolina e do gasóleo.

4.Pelo fim dos tachos dourados dos membros dos partidos bloco central (PS e PSD) nas empresas de energia   continuar a ler a proposta continuar a ler a proposta
1.Por um Preço justo na Gasolina e no Gasóleo em Portugal e por uma Política de Energia Sustentável baseada nas Energias Renováveis.

2.Por uma Autoridade da Concorrência actuante que ponha fim à cartelização dos preços que se faz desde que Manuela F. Leite os liberalizou em 2004.

3.Por um controlo do estado directamente sobre o preço final da gasolina e do gasóleo.

4.Pelo fim dos tachos dourados dos membros dos partidos bloco central (PS e PSD) nas empresas de energia controladas pelo estado (Galp e EDP).

5.Pelo fim da especulação do petróleo nos mercados internacionais.

Por uma aplicação directa e total dos lucros escandalosos obtidos com a venda de combustíveis petrolíferos em mais melhores infra-estruturas de transporte não poluentes, que recorram a energias renováveis!

Nesta causa visamos expor em detalhe todo o esquema sofisticado de assaltos que nos últimos anos tem vindo a assolar o sector da energia em Portugal, e mais especificamente o GAMANÇO nos combustíveis petrolíferos. Queremos que se torne público o descontentamento, e que se alertem consciências para este roubo, para que se tomem finalmente medidas para acabar de vez com este escândalo!
É urgente acabar com o assalto diário aos portugueses casa vez que estes se dirigem, por necessidade, a uma bomba de gasolina. A mobilidade é um direito fundamental adquirido com a modernidade. Quem atenta contra a nossa mobilidade atenta contra a nossa liberdade!


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Gonçalo: quando me referi a Colectivos, não estava somente a pensar nos transportes colectivos mas igualmente nas pessoas colectivas, i.e. empresas. Quanto aos preços dos combustíveis, temos dos mais caros em valor absoluto mas ainda mais em valor relativo. Basta pensar que para continuar a ler o comentário
Gonçalo: quando me referi a Colectivos, não estava somente a pensar nos transportes colectivos mas igualmente nas pessoas colectivas, i.e. empresas.
Quanto aos preços dos combustíveis, temos dos mais caros em valor absoluto mas ainda mais em valor relativo.
Basta pensar que para o gasóleo, 1€/l em Portugal equivale a mais de 2€ em países como a França, Alemanha, Itália, Inglaterra, ...
1,50€ para gasolina equivale a mais de 3€/l em França, Alemanha, Itália, Inglaterra, ...
Portanto querer preços ainda mais caros, é ou não precisar de usar carro ou estar "bem na vida" ou pensar que vivemos no pais com os melhores transportes colectivos que há.
Como não estou em nenhum desses casos e vivo numa aldeia em que os poucos transportes colectivos foram vendidos a Espanhóis e acabaram por desaparecer quase por completo a bem da competitividade, não posso concordar com essa visão idealista.
Antes de se aumentar preços, há que criar condições para que os carros sejam menos necessários.

J.Pereira 26 Novembro 2h01

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A maioria das deslocações feitas pelos automobilistas poderiam perfeitamente ser feitas com recurso a outras alternativas: a bicicleta, as próprias pernas, o transporte público. Os transportes colectivos não devem pagar tanto como os particulares (suponho que já não continuar a ler o comentário
A maioria das deslocações feitas pelos automobilistas poderiam perfeitamente ser feitas com recurso a outras alternativas: a bicicleta, as próprias pernas, o transporte público. Os transportes colectivos não devem pagar tanto como os particulares (suponho que já não o façam?) pelo combustível, desempenhando um serviço essencial para a comunidade e "libertando-a" das necessidades energéticas abusivas que esta proposta procura promover.

Será assim tão vantajoso ter o carro como meio de transporte? Poupa-se 20 minutos na viagem? É mais confortável? Também é muito mais confortável passar o dia no sofá a ver futebol e a debicar um pacote de amendoins. Em 20 minutos a mais numa deslocação a pé, vive-se a cidade, é-se mais cidadão, exercita-se, liberta-se stress e tensão. Em 20 minutos a mais numa deslocação de bicicleta, poupa-se uma ou duas horas por dia no ginásio. Em 20 minutos a mais nos transportes públicos, lê-se (atravessamos uma verdadeira crise de défice intelectual, razão pela qual estamos como se vê,ou não?). E compare-se, ao fim do mês, quantas moedinhas a mais se tem na conta do banco.

Em última análise, toda esta especulação no preço dos combustíveis é motivada tão-só pelos que dela se mais queixam: os preços não param de subir, mas ninguém se dá ao "trabalho" de deixar a sua dependência em relação ao automóvel. Pois se deixasse nem daria por estes aumentos.

Quanto a privilegiar um combustível, eu costumo privilegiar a eficiência energética - mais que qualquer "limpa" ou "renovável". E resulta a valer!

Gonçalo 25 Novembro 22h07

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Gonçalo: não tenho nada contra, mas o que usamos? E porque é que os combustíveis deveriam ser mais caros só para os particulares? Os colectivos não poluem? Se não me engano, uma grande parte do preço do combustível, são impostos. Qual o limite? O rendimento continuar a ler o comentário
Gonçalo: não tenho nada contra, mas o que usamos? E porque é que os combustíveis deveriam ser mais caros só para os particulares? Os colectivos não poluem?
Se não me engano, uma grande parte do preço do combustível, são impostos. Qual o limite? O rendimento total do agregado familiar? E verdade que quando já não houver dinheiro para comer, não haverá poluiçao. So não tenho a certeza que tendo um pais pauperizado, se tenha uma sociedade menos nociva.
Tirando isso, não sou contra privilegiar um certo tipo de combustível em detrimento de outros, desde que existam e sejam viáveis. Portanto a pergunta seguinte seria: qual combustível privilegiar?

J.Pereira 23 Novembro 22h20

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«A mobilidade é um direito fundamental adquirido com a modernidade», é verdade. No entanto, este direito não contempla o (não-)direito de libertar emissões poluentes para a atmosfera, de levar ao esgotamento as reservas petrolíferas, de alterar a configuração continuar a ler o comentário
«A mobilidade é um direito fundamental adquirido com a modernidade», é verdade. No entanto, este direito não contempla o (não-)direito de libertar emissões poluentes para a atmosfera, de levar ao esgotamento as reservas petrolíferas, de alterar a configuração geomorfológica da Terra, de prejudicar o próximo a bem da mobilidade do próprio.

Os combustíveis deviam ser ainda mais caros/taxados para os particulares, por tudo de nocivo que acarretam não só para o planeta como para a sociedade.

Gonçalo 23 Novembro 17h15

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Podemos começar por proibir as publicidades do género -5ct por litro. Porque se o mercado esta liberalizado, não há ca - x cêntimos por litro. Não vejo por ai publicidades a dizer, na minha loja são menos 5cts. Mas não fosse preciso outra coisa, isso demonstra continuar a ler o comentário
Podemos começar por proibir as publicidades do género -5ct por litro. Porque se o mercado esta liberalizado, não há ca - x cêntimos por litro. Não vejo por ai publicidades a dizer, na minha loja são menos 5cts.
Mas não fosse preciso outra coisa, isso demonstra bem que o mercado não esta liberalizado.

J.Pereira 20 Novembro 23h07

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