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Márcio Morais

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LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO

Legalização da prostituição
02 Setembro 2009
É um tema bastante delicado, mas, penso que, urgente discutir: legalização da prostituição. Em primeiro lugar deveria-se tornar possível/realidade a profissão prostituta (prostituição = a prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afetivos ou prazer). Para colocar as coisas em termos simples, pois não sei como abordar isto de outra forma, destaco:

- existirem locais próprios (zonas) onde existissem casas de   continuar a ler a proposta continuar a ler a proposta
É um tema bastante delicado, mas, penso que, urgente discutir: legalização da prostituição. Em primeiro lugar deveria-se tornar possível/realidade a profissão prostituta (prostituição = a prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afetivos ou prazer). Para colocar as coisas em termos simples, pois não sei como abordar isto de outra forma, destaco:

- existirem locais próprios (zonas) onde existissem casas de prostituição, com condições de higiene, fiscalizadas e inspeccionadas;
- nessas mesmas zonas estariam as prostitutas que deveriam estar legalizadas, ou seja, "habilitadas" de profissão para exercer a prostituição;
- ao exercer a profissão ser-lhes possível descontar e ter acesso a cuidados de saúde.

É um tema um pouco difícil, mas dou aqui o mote! Tomem um pouco como exemplo o caso Holandês (para quem conhece!)...
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Mas em primeiro lugar deveria haver uma regulamentação, acesso mais facil aos cudidados de saúde com cadernetas de sáude, boletins de vacians em ordem, analises frequentes ao sangue,etc... deveria haver um ASAE nesse aspecto se não acontecia como nas empresas manda-se fechar...

tiago_boto 25 Setembro 13h36

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Este assunto consegue ser mais complexo que o do aborto. Se fosse legalizado, acho bem que tomassem todas as medidas de higiene e tudo mais, mas não se pode pensar só nisso. Já pensaram no impacto que isso ia ter na nossa sociedade? Não somos retrógados, mas também não continuar a ler o comentário
Este assunto consegue ser mais complexo que o do aborto.
Se fosse legalizado, acho bem que tomassem todas as medidas de higiene e tudo mais, mas não se pode pensar só nisso.
Já pensaram no impacto que isso ia ter na nossa sociedade? Não somos retrógados, mas também não somos propriamente uns mentes abertas. Iria ser de certeza muito controverso.
Não votei nem em concordo ou discordo. Ainda tenho de pensar bem no assunto, porque nunca tinha pensado nisso.

Ana 13 Setembro 18h51

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Infelizmente o princípio é mau, tal como o aborto; mas se se legislou sobre um seria melhor fazer-se o mesmo sobre a prostituição.

Carlos A. Maia Carvalho 11 Setembro 13h28

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Concordo com a legalização, mas a lei tem de conter alguns pormenores, pois ao legalizar a profissão quer dizer que qualquer empregador pode ir buscar ao desemprego pessoas para este tipo de trabalho, o que já aconteceu em outros países esta e uma das situações que continuar a ler o comentário
Concordo com a legalização, mas a lei tem de conter alguns pormenores, pois ao legalizar a profissão quer dizer que qualquer empregador pode ir buscar ao desemprego pessoas para este tipo de trabalho, o que já aconteceu em outros países esta e uma das situações que tem de ser prevista.

paulo 10 Setembro 8h22

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A legalização da prostituição não deve ser vista pelo Estado como um assunto de ordem moral, mas sim de um modo pragmático: quer se concorde ou não, a prática de prostituição sempre existirá e sempre terá procura. Assim, e como o dever do Estado continuar a ler o comentário
A legalização da prostituição não deve ser vista pelo Estado como um assunto de ordem moral, mas sim de um modo pragmático: quer se concorde ou não, a prática de prostituição sempre existirá e sempre terá procura.

Assim, e como o dever do Estado é proteger os seus cidadãos, a prostituição deveria ser legalizada, tanto para garantir a segurança dos trabalhadores como dos seus clientes, dado que é uma profissão que envolve muitos riscos - desde os muitos casos de prostitutas (prostitutas porque geralmente são mulheres) que são violadas e assassinadas até ao contágio de doenças entre cliente-prostituto.

Da mesma maneira que o aborto sempre existirá e sempre será procurado, assim o é com a prostituição. Daí a sua legalização apenas trará benefícios e, se alguém, por consciência, não achar a actividade como sendo algo digno, tem bom remédio - não a procura ou não a pratique.

Nuno Aer 06 Setembro 22h48

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Parece que, afinal, não sou bem o único a pensar que estas senhoras (e senhores) devem se tratados como qualquer profissão liberal. Isso seria um método eficaz para fiscalizar essa actividade, dar cuidados de saude e de acção social legal a quem o necessita e, sobretudo, continuar a ler o comentário
Parece que, afinal, não sou bem o único a pensar que estas senhoras (e senhores) devem se tratados como qualquer profissão liberal. Isso seria um método eficaz para fiscalizar essa actividade, dar cuidados de saude e de acção social legal a quem o necessita e, sobretudo, acabar com esses redes clandestinas.

Sérgio Rodrigues 04 Setembro 18h25

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(rafael) Concordo em geral, mas... apesar de o abuso laboral nos empregos convencionais pode ser enorme, não tem comparação com o abuso existente nestas situações. Acho que seria uma melhoria muito (mas mesmo, mesmo, mesmo muito) significativa. E realmente não sei se existe continuar a ler o comentário
(rafael) Concordo em geral, mas... apesar de o abuso laboral nos empregos convencionais pode ser enorme, não tem comparação com o abuso existente nestas situações. Acho que seria uma melhoria muito (mas mesmo, mesmo, mesmo muito) significativa.
E realmente não sei se existe esse estudo, mas seria muito interessante (e essencial para esta proposta)

Paulo Ribeiro 04 Setembro 14h01

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A mim, sinceramente, o argumento da mais valia economica tanto turistica como de recaudaçao de receitas para o estado, parecem-me superficiais e tangentes à situaçao dramática de uma serie de mulheres que sao obrigadas a prostituir-se (e nao estou a falar das prostitutas de luxo continuar a ler o comentário
A mim, sinceramente, o argumento da mais valia economica tanto turistica como de recaudaçao de receitas para o estado, parecem-me superficiais e tangentes à situaçao dramática de uma serie de mulheres que sao obrigadas a prostituir-se (e nao estou a falar das prostitutas de luxo que de tempos a tempos aparecem a ilustrar reportagens com um certo fetichismo morbido).

O problema central, na minha opiniao, é o combate ao proxenetismo e ao trafico de mulheres e em ultima instancia à pobreza que é o factor desencadeante da grande maioria dos casos de prostituiçao.

Podem me dizer que a prostituiçao é um principio de escolha da mulher. aceito claramente que cada um deve escolher fazer o que quiser, mas parece-me que as opinioes aqui colocadas (incluida a entrevista colocada pelo Joao) sao expressoes ideologicas mais do que outra coisa qualquer.

Ideologicamente e moralmente, sou tao libertario como todas as opinioes expressas. Se uma mulher se quiser prostituir de livre vontade porque é o que gosta de fazer, que o faça e tenha um enquadramento legal para isso.

A mim o que me parece é que o grosso da prostituiçao está associada a grandes e pequenas redes de trafico e que a legalizaçao da prostituiçao transformaria muitas destas redes em empresas. Ora se o abuso laboral já é enorme nos empregos convencionais como seria numa situaçao destas?

Existe algum estudo estatisitico caracterizador da prostituiçao portuguesa? Talvez isso sim merecesse a pena fazer para conhecer o fenómeno com profundidade e seriedade...

rafael fortes 04 Setembro 13h21

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